BLOG PROFISSIONAL!!

Envie temas, experiências, dúvidas e sugestões. blogdoabade2008@gmail.com As mensagens serão analisadas antes da postagem.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

INFORMAÇÃO DA ANATEL

A DICA É MUITO INTERESSANTE, ATÉ PORQUE POUCA GENTE TEM O HÁBITO DE LER MANUAIS!

Com a venda do 'Chip', o interesse dos ladrões por aparelhos celulares aumentou.

Ficou simples para eles: é só comprar um novo chip por um preço médio de R$ 30,00 em uma operadora e instalar no aparelho roubado. Com isso, generalizou-se o roubo de aparelhos celulares.
Segue então uma informação útil que os comerciantes de celulares não divulgam, uma espécie de vingança para quando roubarem seu celular:
Para obter o número de série do seu telefone celular (GSM), digite *#06# Aparecerá no visor um código de 15 algarismos. Esse código é único!

Anote-o, e o conserve com cuidado. Se roubarem seu celular, telefone para a sua operadora e informe este código. O seu telefone poderá então ser completamente bloqueado, mesmo que o ladrão mude o 'Chip'!
Provavelmente você não recuperará o aparelho, mas quem quer que o tenha roubado não poderá mais utilizá-lo!
Se todos tomarem esta precaução o roubo de celulares se tornará inútil!

DIVULGUEM.

JESUS CRISTO NOSSO SALVADOR

Jesus Cristo é o mesmo de ontem, de hoje e de sempre - Basta crer!!



quinta-feira, 27 de novembro de 2008

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

FIQUE RICO!!

Clube de investimentos

  1. Como entrar em um clube de investimento?
  2. É vantagem?
  3. Tem gastos?
  4. O clube pode virar um fundo?
  5. Por que houve uma explosão de clubes no mercado financeiro?

terça-feira, 11 de novembro de 2008

SEMANA GLOBAL DO EMPREENDEDORISMO




BOTA PRA FAZER?

EXISTE MOVIMENTOS
PARA VOCÊ AJUDAR
AS PESSOAS.
MOVIMENTOS PARA
SALVAR O MUNDO.
AGORA, O MUNDO
ESTÁ NUM MOVIMENTO
PARA AJUDAR VOCÊ.

BOTA PRA O QUÊ?


A LOJA DE DEUS

Entrei numa loja e vi um Senhor no Balcão.
Maravilhado com a beleza da loja, perguntei:
Senhor, o que vendes aqui?
Todos os Dons de Deus.
E custa muito?Voltei a perguntar.
Não custa nada,aqui tudo é de graça.
Contemplei a loja e vi que havia jarros de Amor, vidros de Fé, pacotes de Esperança, caixinha de Salvação, muita Sabedoria, Saúde, fardos de Perdão, pacotes grandes de Paz e muitos outros Dons de Deus. Tomei coragem e pedi:
Por favor, quero o maior jarro do Amor de Deus, todos os fardos de Perdão, um vidro grande de Fé, muita Saúde, Esperança, bastante Felicidade e Salvação Eterna para mim e toda minha Família.
Então o Senhor preparou tudo e entregou-me um pequenino embrulho que cabia na palma da minha mão.
Incrédulo, disse:
Mas como é possível estar tudo aqui?
Sorrindo, o Senhor me respondeu:
Meu Querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos, só as sementes. Plante-as!
Plante essas sementes, cultive-as no coração e distribua-as gratuitamente ao próximo.

'Poeira' Da Ivete Sangalo necessita de atenção?

Cuidado! Olha o que você está cantando!?

ATENÇÃO!!! Musica Poeira-de Ivete Sangalo

Um alerta pra você!

Deixo claro que isso não é fanatismo, pelo contrário,
é a pura realidade.

Conversando com uma pessoa há poucos dias, estávamos
falando sobre música.
Essa pessoa mencionou um detalhe de uma música que
está sendo bastante tocada ultimamente, não só nas rádios como também na TV
e até nas ruas.

Pessoalmente eu conhecia o refrão, mas não havia prestado
atenção no restante, exatamente por isso, achei que seria interessante
passar este alerta, caso ainda não o tenham notado e também para que possam
alertar alguém que porventura esteja cantando esta música, em especial
alguns jovens.

Trata-se da música:
Poeira - Ivete Sangalo.



A letra diz em parte:

'A minha sorte Grande; Foi você cair do céu;
Minha paixão verdadeira...;
É lindo teu sorriso, o brilho dos teus olhos; Meu anjo querubim;
Chegou no meu espaço mandando no pedaço;
Um amor que não e brincadeira;
Pegou me deu um laço Danço bem no compasso, de prazer;
Levantou poeira';

Vamos aos detalhes:
'...Foi você cair do céu';
Quem foi que caiu do céu?
Apocalipse capitulo 12 versículo 9 diz:
'Foi lançado para baixo o Grande dragão, a serpente original, o chamado Diabo e
Satanás, que está desencaminhando a toda a terra habitada; ele foi lançado
Para baixo, DA terra';


'... É lindo teu sorriso, o brilho dos teus olhos... '
Olha o que Ezequiel capitulo 28 versículo 17 diz a respeito de
Satanás: 'Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a
tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei; diante dos
Rei pus,para que te contemplem' .


?... Meu anjo querubim.. ';
Isto confirma que está se referindo a um anjo e confirma que é Satanás, pois a
descrevendo a Satanás, Ezequiel capitulo 28 versículo 14 diz: 'Tu eras
Querubim ungindo para proteger, e te estabeleci, no Monte Santo de Deus;
Estavas, no meio das pedras andavas.


?... Chegou no meu espaço; Mandando no pedaço...'
Quem será que quis adoração só pra si, querendo mandar em Deus, a
quem os anjos e humanos deviam servir


?...Pegou me deu um laço... '
Quem é descrito em primeiro a Pedro capitulo 5 versículo 8 diz:'
...Como leão que ruge procurando a quem devorar ou a quem enlaçar?;



Será que quando você terminar de ler essa mensagem,
você enviará para alguém ou você não esta seguro do que
as pessoas pensarão sobre você se você enviar!
Falar sobre Jesus Cristo não é um assunto que as pessoas querem ouvir!
Somente querem a Jesus quando estão em grandes apuros!
Quem passará essa mensagem.
Deus perguntou: A quem enviarei?
Envia-me a mim SENHOR

O perigo das informações na internet

Aviso aos pais, filhos, tios, sobrinhos, alunos e amigos.

TODOS TÊM QUE LER ISTO E FAZER COM QUE SEUS FILHOS, SOBRINHOS, E MUITOS MENINOS E MENINAS O LEIAM TAMBÉM!

Após deixar seus livros no sofá ela decidiu comer um lanche e entrar online. Conectou-se com o seu nome na tela: Docinho14. Revisou sua lista de amigos e viu que Meteoro123 estava conectado. Ela enviou uma mensagem instantânea:

Doçinho14: Oi. Que sorte que vc está aí! Pensei que alguém me seguia na rua hoje. Foi esquisito mesmo!

Meteoro123: RISADA. Vc assiste muita TV. Por que alguém te seguiria? Vc não mora em um bairro seguro?

Docinho14: Com certeza. RISADA. Acho que imaginei isso porque não vi ninguém quando virei.

Meteoro123: A menos que vc tenha dado seu nome online.. Vc não fez isso, né?

Docinho14: Claro que não. Não sou idiota, vc já sabe.

Meteoro123: Você jogou vôlei depois do colégio hoje?

Docinho14: Sim e ganhamos!

Meteoro123: Ótimo! Contra quem?

Docinho14: Contra as Vespas do Colégio Sagrada Família.. RISADA. Seus uniformes são um nojo! Pareciam abelhas.. RISADA

Meteoro123: Como se chama seu time?

Docinho14: Somos os Gatos de Botas. Temos garras de tigre nos uniformes.. São muito legais.

Meteoro123: Você joga no ataque?

Docinho14: Não, jogo na defesa. Tenho que sair. Tenho que fazer minha tarefa antes que cheguem meus pais. Não quero que fiquem bravos. Tchau!

Meteoro123: Falamos mais tarde. Tchau.

Entretanto Meteoro123 foi ao menu de membros e começou a buscar sobre o perfil dela. Quando apareceu, copiou e imprimiu. Pegou uma caneta e anotou o que sabia de Docinho até agora.

Seu nome: Tatiane

Aniversário: Janeiro 3, 1993.

Idade.: 13.

Cidade onde vive.: Santo Antônio da Platina, estado do Paraná.

Passatempos: vôlei , inglês, natação e passear nas lojas..

Além desta informação sabia que vivia em Santo Antônio da Platina porque ela lhe tinha contado recentemente. Sabia que estava sozinha até as 6.30 PM todas as tardes até que os pais voltavam do trabalho. Sabia que jogava vôlei nas quintas-feiras de tarde com o time do colégio, os Gatos de botas.

Seu numero favorito, o 4, estava estampado na sua jaqueta. Sabia que estava na oitava série no colégio Sebastião Paraná. Ela tinha contado tudo em conversas online.

Agora tinha suficiente informação para como encontrá-la. Tatiane não contou a seus pais sobre o incidente ao voltar do parque. Não queria que brigassem com ela e que lhe impedissem de voltar caminhando dos jogos de vôlei.

Os pais sempre exageram e os seus eram os piores. Ela teria gostado não ser filha única..

Talvez se tivesse irmãos seus pais não tivessem sido tão superprotetores. Na quinta-feira Tatiane já tinha esquecido que alguém a seguia.. Seu jogo estava em plena ação quando de repente sentiu que alguém a observava. Então lembrou. Olhou desde sua posição para ver um homem observando-a de perto.

Estava inclinado contra a cerca na arquibancada e sorriu quando a viu. Não parecia alguém de quem temer e rapidamente fugiu o medo que sentiu. Depois do jogo, ele sentou-se num dos bancos enquanto ela falava com o treinador. Ela percebeu seu sorriso mais uma vez quando passou do lado.

Ele acenou com a cabeça e ela devolveu o sorriso. Ele percebeu seu nome nas costas da camiseta. Sabia que a tinha achado.

Silenciosamente caminhou numa distância certa atrás dela. Eram só umas quadras até a casa de Tatiane. Quando viu onde morava voltou logo ao parque para procurar seu carro.

Agora tinha que esperar. Decidiu comer algo até que chegou a hora de ir à casa de Tatiane. Foi a uma lanchonete e sentou até a hora de começar seu objetivo.

Tatiane estava no seu quarto, mais tarde essa noite, quando ouviu vozes na sala. 'Tati, vem!', chamou seu pai. Parecia perturbado e ela não imaginava o porquê. Entrou na sala e viu o homem do parque no sofá. 'Senta aí', começou seu pai, 'este senhor nos acaba de contar uma história muito interessante sobre você'.

Tatiane sentou-se. Como poderia ele contar-lhes qualquer coisa? Nunca o tinha visto antes de hoje!

'Você sabe quem sou eu?' perguntou o homem.

'Não', respondeu Tatiane.

'Sou policial e seu amigo do chat, Meteoro123'.

Tatiane ficou pasmada. 'É impossível! Meteoro123 é um menino de minha idade!

Tem 14, e mora em Minas Gerais !'

O homem sorriu. 'Sei que eu disse tudo isso, mas não era verdade. Veja, Tatiane, tem gente na internet que se faz passar por garotos; eu era um deles. Mas enquanto alguns o fazem para machucar crianças e jovens e fazer dano, eu sou de um grupo de pais que o faz para proteger as crianças dos malfeitores. Vim encontrá-la para lhe ensinar que é muito perigoso falar online. Você me contou o suficiente sobre você para eu achá-la facilmente.. Você me deu o nome da sua escola, do seu time e em que posição você joga.

O numero e o seu nome na jaqueta fizeram que eu a encontrasse rapidinho. Tatiane gelou. 'Você quer dizer que não mora em Minas Gerais ?'. Ele riu. 'Não, moro em Santo Antonio da Platina. Você se sentiu segura achando que morava longe, né?'

'Eu tinha um amigo cuja filha era como você. Só que ela não teve tanta sorte. O cara a encontrou e a assassinou enquanto estava sozinha em sua casa. Se ensina as crianças e jovens a não dizer pra ninguém quando que eles estão sozinhos, porém contam isso o tempo todo pela internet. As pessoas maldosas a enganam para tirar informação de aqui e de lá online. Antes de que você saiba você já lhes contou o suficiente para ele achá-la sem você perceber. Espero que você tenha aprendido uma lição disto e que não o faça de novo. Conte a outros sobre isto para que também estejam seguros'.

'Prometo que vou contar!'.

Essa noite, Tatiane e seus pais ajoelharam-se juntos e agradeceram a Deus por protegê-la do que poderia ter sido uma situação trágica.

AGORA: Por favor avise quantas pessoas você puder para lhes ensinar a não dar informação sobre elas. Este mundo em que vivemos hoje é perigoso demais, incluso dar a idade; isso sem falar de outras informações.

INCLUSIVE REENVIE ISTO A PESSOAS SEM FILHOS PARA QUE O ENVIEM A SEUS AMIGOS QUE TEM FILHOS E NETOS. CUIDADO COM AS INFORMAÇÕES QUE VC PASSA NO ORKUT OU MSN OU OUTROS.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Cartilha da ABAP

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGÊNCIAS DE PUBLICIDADES

Cartilha Comunicar e crescer - construindo e consolidando sua marca



Cadastre-se no site http://www.endeavor.org.br/# e assista a Palestra "Comunicar e crescer - construindo e consolidando sua marca"

Link: http://endeavor.isat.com.br/info.asp?Palestra_ID=312

Os conselhos de Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza


Durante a cerimônia do Prêmio Endeavor & Exame PME de Empreendedorismo, Luiza Helena Trajano, a superintendente do Magazine Luiza, contou aos finalistas algumas dicas que ela ouve de seus tios desde pequena –- e que se tornaram os principais pilares do crescimento de seu negócio. "Até hoje, uma tia me liga para saber se eu estou cumprindo tudo", diz Luiza. Leia os conselhos.


“Não deixe o freguês sair sem comprar. Venda na hora porque depois ele não volta”.

“Pagar o que se deve em dia não é argumento para negociação nem vantagem – é obrigação. Pague no dia do vencimento”.

“Trate todos igualmente. O dinheiro do mais simples é igual ao dinheiro do mais importante”.

“Nunca minta para o freguês. Sempre vendi e nunca precisei mentir”.

“Dê emprego. Não se esqueça dos brasileiros negros e pessoas mais velhas – a experiência conta muito”.

“Não acredite em crise. Crise é oportunidade”.

“Não brigue por dinheiro. O lucro é importante, mas não a qualquer preço”.

Fonte: PortalExame

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Aula de Empreendedorismo

dia 28/10/08

MODELO DE CARTA PARA CANCELAMENTO DA CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL DO SECSP

São Paulo, _____ de___________de 2008

Ao
Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo

Referente: DECLINAR DO DESCONTO PARA O SINDICATO DA CONTRIBUIÇÃO
ASSISTENCIAL DE 2008


Eu________________________, RG nro______________, CTPS nro
____________e Série________, na função de__________________, funcionário do(a)
_(NOME DA EMPRESA)_________________, com sede à__(ENDEREÇO)__________
_____________________, ____(BAIRRO)___________, CNPJ________________
venho pedir o cancelamento do desconto para o Sindicato do Comércio de São Paulo, da
Contribuição Assistencial de 2008.


Sem mais, agradeço.


______________________________
(ASSINAR)



OBS: DEVE SER FEITA EM DUAS VIAS, MANUALMENTE, E DEVE SER ENTREGUE NO SINDICATO.
NO PRAZO DE 10 DIAS CORRIDOS A PARTIR DA ASSINATURA DA COVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O NÃO DE ELOÁ

ARTIGO PUBLICADO NO JB,

DA DRª MARIA ISABEL, PROFESSORA DE PSICOLOGIA,

QUE DENOMINEI DE "O NÃO DE ELOÁ".

VALE A PENA LER...
Isabel Alves - Centro de Apoio e Defesa da Cidadania-RJ

UM ALERTA PARA OS PAIS!!! Criando um Monstro.

O que pode criar um monstro?

O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por... Nada? Será que é índole?
Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da sociedade?

O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?

O rapaz deu a resposta: 'ela não quis falar comigo'.

A garota disse não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não.

Seu desejo era mais importante. Não quero ser mais um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados.



Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros nãos nessa história toda.

Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19.

Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha.

Faltaram outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida.

Faltou a polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá.

Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador converssasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram.

Simples assim. NÃO.

Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.

O mundo está carente de nãos.



Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças.

Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos ( e alguns maridos, temem dizer não às esposas ).

Pessoas têm medo de dizer não aos amigos.

Noras que não conseguem dizer não às sogras.

Chefes que não dizem não aos subordinados.

Gente que não consegue dizer não aos próprios desejos.

E assim são criados alguns monstros.

Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco.

Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.



Os pais dizem, 'não posso traumatizar meu filho'. E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias. Sem falar nos adolescentes.

Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer:



- Não, você não pode bater no seu amiguinho.

Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos.

Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei.

Não, você não vai passar a madrugada na rua.

Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação.

Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos.

Não, essas pessoas não são companhias pra você.

Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate.

Não, aqui não é lugar para você ficar.

Não, você não vai faltar na escola sem estar doente.

Não, essa conversa não é pra você se meter.

Não, com isto você não vai brincar.

Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.



Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.

Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não.

Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade.

E quem ouve uns nãos de vez em quando, também aprende a dizê-los quando é preciso.

Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem.

O não protege, ensina e prepara.

Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento.

Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor.

E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Horário de verão começa neste domingo

Os relógios devem ser adiantados em uma hora, nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A novidade, desta vez, é que o governo determinou que a vigência do horário deve começar sempre no terceiro domingo de outubro e terminar no terceiro domingo de fevereiro, que em 2009 vai ser no dia 15.

Só para lembrar: o principal objetivo do horário de verão é reduzir o consumo de energia elétrica no fim da tarde, o chamado horário de pico. No Distrito Federal, de acordo com a CEB, este consumo cai em média 4%, no período em que os relógios estão adiantados.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Atratividade e Seleção

Aula nove de atratividade esta com erros na apostila, a Arlete enviou o arquivo correto.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Aula de Estratégia de Mercado

Ontém na aula de Estratégia de Mercado assitimos um documentário "A Ultima Hora", este fime faz parte da atividade de segunda 13/10 - eleborar uma apresentação.
Bom, para aqueles que não estavam presentes segue abaixo o documentário em 9 partes.
Parte1

Parte2

Parte3

Parte4

Parte5

Parte6

Parte7

Parte8

Parte9

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

IMPORTANTE!!

Na próxima sexta dia 10 haverá um trabalho em sala da disciplina Operações do Departamento Pessoal, será um acordo coletivo sindical, a sala se dividirá em 4 grupos aproximadamente, sendo 2 grupos do Sindicato dos Empregados e 2 grupos do Sindicato Pratronal.
Segue abaixo um link para o arquivo, que deve ser lido para a realização da atividade.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Com boa vontade tudo é possível!!

As lições da Alemanha
Com investimentos, inovação e políticas claras, o país prova que é possível reduzir a dependência do petróleo.


No teto de uma estação de trem em berlim, painéis de quase 2000 metros quadrados absorvem energia solar.


São poucos os dias de sol na Alemanha. No verão, a temperatura média das cidades fica abaixo dos 30 graus. No inverno, as temperaturas são baixas, e o tempo, úmido. Apesar de ter muitos dias nublados, o país é hoje líder em energia solar. Quase metade de toda a energia solar produzida no mundo é feita na Alemanha. A ironia não é obra do acaso nem reflexo das mudanças climáticas. A liderança alemã é resultado de políticas públicas rigorosas para fomentar a produção de energia limpa. Há quase duas décadas, o país promulga leis que promovem o uso de fontes renováveis para a produção de energia. E o resultado é um currículo que soma destaques também na área de energia eólica e em biodiesel — mesmo sem ter tradição em agricultura. Atualmente, a Alemanha é o país com a maior capacidade instalada para produção de energia com novas fontes renováveis (excluem-se dessa conta as hidrelétricas). No ano passado, as fontes alternativas responderam por 6,7% do total de energia primária consumida pelos alemães (veja quadro ao lado) e 14,7% da eletricidade gerada no país. “O consumo de energia na Alemanha é muito alto e cresce ano após ano. Não se imaginava que as energias renováveis cresceriam mais ainda”, disse a EXAME Christine Wörlen, chefe da área de energias renováveis da Agência Alemã de Energia.
Por trás desse desempenho invejável existe um misto de inovação, investimentos privados e uma clara determinação política de mudar a matriz energética do país, tradicionalmente baseada em energia nuclear, petróleo, gás natural e carvão. Em 1991, foi promulgada uma lei para reduzir a dependência da Alemanha de combustíveis fósseis. A norma deu grande impulso para a indústria de energia eólica, mas o boom de energia limpa só veio no ano 2000, após uma revisão das regras e a criação da lei das fontes renováveis de energia, a Erneuenbare Energien Gesetz, conhecida pela sigla EEG. Pela EEG, todo cidadão tem direito a montar uma pequena central de energia de fontes renováveis e as operadoras da rede elétrica do país são obrigadas a comprar o que for produzido, pagando tarifas preestabelecidas, que valem por 20 anos. Os valores variam de acordo com o tipo de energia, sendo mais altos para as fontes que custam mais e que precisam ser mais desenvolvidas. No caso da energia solar fotovoltaica, por exemplo, o valor do quilowatt-hora é 46 centavos de euro, enquanto para a energia eólica gerada em terra, já bem explorada, é 5 centavos. A diferença de preço é repassada para os consumidores, que têm um aumento de cerca de 2,20 euros por mês na conta de luz.
A conta de luz mais alta teve um resultado direto para o país. “A lei deu partida a uma indústria de energia renovável e abriu espaço para novos grupos atuarem no mercado”, diz Stefan Schurig, diretor do departamento de clima e energia do World Future Council, centro de pesquisas ambientais em Hamburgo, na Alemanha. As altas tarifas garantidas para qualquer pessoa que produza energia estimularam a criação de vários parques energéticos, dos mais variados tamanhos. Os produtores vão de grandes empresas a simples moradores que colocam painéis fotovoltaicos sobre os telhados de suas casas, passando por fazendeiros que montam pequenas usinas de produção de gás de resíduos orgânicos. Há cooperativas de unidades fotovoltaicas que faturam mais com o investimento na implantação de painéis do que com dinheiro depositado no banco. Os juros básicos na Alemanha são em média de 4%. O retorno dessas unidades fica acima de 5%.
A nova indústria não faz feio frente aos setores tradicionais do país. Nos últimos dois anos foram criadas 100 000 vagas no setor de energias renováveis, que emprega hoje 250 000 pessoas. Estima-se que esse número suba para 400 000 em 2020, o equivalente à metade do número de trabalhadores da tradicional indústria automotiva alemã. “O mercado de tecnologias para fontes renováveis cresce de 10% a 15% ao ano”, diz Torsten Henzelmann, da consultoria Roland Berger, em Munique. Em 2007, a indústria somou 25 bilhões de euros em produção e operação, e as empresas nacionais despontaram. Criada em 1999, a Q-cells, fabricante de células fotovoltaicas para produzir painéis solares, viu seu faturamento aumentar de 17,3 milhões de euros em 2002 para 860 milhões de euros no ano passado. A empresa ultrapassou a concorrente japonesa Sharp e tornou-se a líder no segmento. Atualmente, quatro das oito maiores empresas de energia eólica do mundo estão na Alemanha, como a Siemens e a Enercon. O crescimento interno refletiu-se no exterior. “A Alemanha detém hoje 30% do mercado mundial de tecnologia para exploração de fontes renováveis”, diz Henzelmann.
Sistema controverso
O modelo adotado pelos alemães já foi copiado em mais de 30 países, mas a política não é unanimidade entre as nações que querem reduzir sua dependência de combustíveis fósseis. Estados Unidos e Inglaterra, por exemplo, usam um sistema diferente, baseado em cotas: o governo determina um percentual de energia que as companhias devem produzir com alternativas limpas e elas escolhem o tipo que vão usar. Para os críticos do modelo alemão, a política americana e inglesa é mais favorável ao livre mercado. O sistema de tarifas não dá liberdade às empresas de energia de definirem seus planos de negócios, já que são obrigadas a comprar a energia que entra na rede, e é extremamente regulado pelo governo, que orienta os investimentos. Já os defensores da experiência alemã argumentam que é uma forma de promover mais diversidade e inovação tecnológica. “No modelo americano, as companhias de eletricidade buscam as fontes de energia mais baratas para suprir suas cotas obrigatórias, geralmente a hidráulica e a eólica”, diz Paul Runci, pesquisador sênior do Laboratório Nacional Pacific Northwest, em Maryland, nos Estados Unidos. “No sistema alemão, os valores mais altos para fontes pouco exploradas dão segurança para o investidor apostar nelas.” Só em energia solar já há mais de 160 instituições fazendo pesquisas tecnológicas na Alemanha.
Mais verde
Com a marca de sexto maior emissor de gases que causam efeito estufa, a Alemanha tentou melhorar seu legado ambiental atuando de forma direta também na promoção de biocombustíveis. Em 2004, o governo isentou os produtores de biodiesel de impostos e introduziu uma série de subsídios para fomentar a indústria. Mesmo sem ter muita tradição agrícola, o país aumentou sua capacidade de produção de biodiesel de 265 000 toneladas no ano 2000 para 4,5 milhões de toneladas no final do ano passado. Do total de combustível usado nos carros alemães, 6,9% são de tipos limpos. O cenário positivo, porém, começou a mudar há dois anos, desde que o governo voltou atrás nos benefícios dados aos produtores. No final de 2006, passaram a ser cobrados impostos sobre o biodiesel para que não se perdesse a arrecadação com combustíveis fósseis. Para compensar as perdas dos produtores, o governo alemão estipulou a obrigação de misturar 5% de biodiesel ao diesel comum, mas a mudança não foi suficiente. Várias refinarias pequenas fecharam.
Ainda com preço mais alto que o diesel, fica clara a necessidade de um programa do governo para a promoção do biodiesel. O mesmo vale para outras fontes renováveis de energia. “As tarifas desses tipos de energia ainda são altas e só vão cair quando ganharem escala de produção”, diz Luiz Pinguelli Rosa, diretor da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ). “Essas fontes dependem de uma política pública para ser introduzidas no sistema de energia, que tende a reproduzir o que já existe.” No caso alemão, a definição de tarifas por 20 anos foi a solução encontrada para estimular os investimentos. “É necessário dar segurança ao investidor, com regras claras”, diz Christine Wörlen, da Agência Alemã de Energia.
O modelo alemão


Entre 1990 e 2007, a participação de fontes renováveis na geração de eletricidade no país aumentou de 3,4% para 14,7%. Alguns passos da trajetória verde alemã;


Formulação de uma política pública de estímulo à produção de energia elétrica limpa baseada em tarifas predeterminadas por 20 anos;


Conexão de todo o país à rede elétrica nacional e regulação extensa sobre o acesso à rede;


Criação de uma estrutura que permite a qualquer cidadão montar uma companhia de energia, sem restrição de tamanho;


Conscientização da população sobre a necessidade de substituir os combustíveis fósseis por fontes renováveis;


Comprometimento de diferentes governos a seguir com a política de incentivo a fontes de energia renováveis.


No Brasil, alguns projetos já foram ensaiados. Em 2004, o governo brasileiro criou o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), cuja meta é instalar 3 300 megawatts de usinas eólicas, pequenas centrais hidrelétricas e unidades de geração com biomassa. Até hoje, só uma fração dessa quantidade foi instalada. De modo menos abrangente, algumas cidades estão promovendo o uso de coletores solares para aquecimento de água. Em São Paulo, entrou em vigor em julho uma lei que obriga novas edificações a usar esses aquecedores — no caso das residenciais, só as que têm quatro banheiros ou mais. Outras 15 cidades adotaram projetos semelhantes. “Esse é o começo. Depois vamos avançar para energia solar fotovoltaica”, diz Carlos Faria, coordenador da iniciativa Cidades Solares, que auxilia governos na elaboração de leis verdes. “Nenhum mercado no mundo avançou na área de energias renováveis sem políticas públicas.”
Fonte Exame - Por Denise Dweck

Efeito Tio Sam

Crise dos EUA vai eliminar o crescimento de algumas das maiores empresas do Brasil....

Confira no Exame TV!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Construindo a Proatividade no marketing

Já se sabe que não basta somente responder ao que o mercado solicita; é preciso dirigir o mercado. Os professores Leonardo Araújo e Rogério Gava, da Fundação Dom Cabral, dão um passo além ao mostrar os elementos requeridos numa estratégia proativa de mercado, baseados em pesquisa qualitativa com executivos de 27 grandes empresas brasileiras.
De que forma as empresas se orientaram -e continuam se orientando- Em relação ao mercado, especialmente as brasileiras? E qual o papel do marketing nesse sentido? Na história da gestão, identificamos quatro momentos principais da evolução dessa orientação:

1. Foco no produto. No início do século 20, é consagrado o foco no produto, materializado no exemplo clássico de Henry Ford e seu carro preto. Na época, uma demanda muito maior do que a oferta, fazia com que as empresas se dedicassem apenas a produzir, sem terem grandes preocupações com os consumidores.

2. Foco no cliente. Nos anos 1950, o foco no produto já não mais dá conta dos novos tempos que se descortinam, marcados pelo acentuado crescimento da concorrência, e o novo mantra passa a ser "atender às necessidades e aos anseios dos clientes". A consolidação da função de marketing e o aumento de sua importância consagram essa postura no cenário dos negócios da década de 1960, quando "estar perto do cliente" passa a representar a essência da ação estratégica de mercado.

3. Foco no mercado (ou orientação para o mercado). No final dos anos 80, esse novo paradigma emerge no cenário do marketing estratégico, evocando a transcendência do simples foco no cliente e a importância de que outros componentes do cenário de negócios -concorrência, fornecedores, governo- sejam contemplados na construção estratégica das companhias. A empresa orientada para o mercado realiza três ações básicas: captação de informações sobre o mercado, disseminação interna das informações captadas e geração da resposta ao mercado a partir das informações levantadas. A orientação para o mercado caracteriza-se como uma estratégia reativa baseada em informação.

4. Escolha estratégica. A partir do ano 2000, surge uma corrente que prega, fundamentalmente, a capacidade de ação estratégica da empresa em guiar ou modelar o mercado, em vez de apenas responder a suas demandas. É a orientação proativa para o mercado, que, por seu caráter ativador e modelador, ganha importância vital na estratégia de marketing das empresas em tempos de mudanças freqüentes e em ambientes cada vez mais complexos e competitivos.

TIPOS DE PROATIVIDADE
No âmbito empresarial, entendemos que atitudes proativas podem se consolidar em dois tipos distintos de comportamentos:

1. Ações que buscam influenciar o ambiente e iniciar a mudança.

2. Ações de antecipação aos primeiros sintomas de mudanças que se anunciam. Assim, a proatividade de mercado se traduz como a habilidade de criar oportunidades ou de se antecipar àquelas (e às ameaças) que se manifestam no ambiente externo.
Ela compreende, ao mesmo tempo, a criação da mudança e a ação antecipada a tênues indícios de alteração que se fazem perceber. A proatividade de mercado pode ocorrer a partir de três dimensões distintas:

1. Proatividade de oferta. Busca criar a mudança ou antecipar a ação sobre mudanças anunciadas ou latentes, por meio de ações focadas em produtos, serviços e benefícios. Representa a criação de padrões de oferta até então inexistentes. Essa dimensão foi particularmente destacada em nossas entrevistas e até desdobrada, conforme mostra este comentário do gerente de marketing de uma empresa de telecomunicações: "Um tipo de inovação na oferta é a de uso, que eu particularmente acho superinteressante. As companhias que conseguem fazer esse tipo de inovação são as que ganham mais dinheiro. Elas usam o mesmo produto, modificam sua utilidade e criam assim uma nova categoria". Para os entrevistados, agir proativamente na oferta significa entender as preferências dos consumidores como variáveis dependentes do contexto onde se inserem. Se as escolhas (demanda) encontram-se condicionadas pelas opções de produtos, serviços e benefícios disponíveis (oferta), então estabelecer um novo contexto competitivo a partir de estratégias voltadas a modelar a oferta torna-se tarefa fundamental para a criação de vantagem competitiva sustentável. Isso é comum, por exemplo, em indústrias de alta tecnologia, marcadas por ciclos de vida de produtos cada vez mais efêmeros.

2. Proatividade de indústria ou setor de atividade. Representa as ações que buscam criar a mudança ou agir sobre os sintomas de mudanças anunciadas, visando alterar a natureza da competição vigente. De forma mais específica, envolve a modificação da estrutura e/ou dos comportamentos na cadeia de valor, seja em relação à concorrência, aos fornecedores ou aos distribuidores. No âmbito da concorrência, entende-se que a proatividade possa dar-se por meio da eliminação de players (com uma aquisição ou fusão, por exemplo), por alianças ou parcerias firmadas entre empresas adversárias e também pela condução estratégica exercida por determinada empresa (quando um modelo de ação vence e "força" os concorrentes a responder obrigatoriamente na mesma direção). No escopo dos fornecedores, ações proativas podem ser representadas por integrações para trás (eliminando assim um player da cadeia de valor), bem como por parcerias ou alianças estratégicas. Por fim, em relação aos canais (distribuidores, revendedores ou franqueados, atacadistas e varejo), ações proativas abrangem integrações para frente, parcerias ou alianças estratégicas. Na opinião dos entrevistados, esse é um campo de inovação particularmente fértil.

3. Proatividade de cliente. Representa o conjunto de modificações que podem ser promovidas no comportamento dos clientes e consumidores, com o intuito de ali criar oportunidades ou se antecipar a oportunidades (ou ameaças) potenciais. Ilustrando: tem-se inicialmente que essas modificações podem envolver a alteração das preferências e/ou restrições ao consumo. Um aspecto fundamental na formação das preferências de consumo, por exemplo, parte do princípio de que os consumidores podem ser "educados" pelas empresas, persuadidos a adotar as inovações lançadas; o aprendizado dos consumidores a partir de suas experiências de consumo é bastante influenciado pelas organizações, de fato. Quanto às chamadas restrições ao consumo -o conjunto de estruturas que dificultam o acesso à oferta-, elas podem ser eliminadas (com o início da venda pela internet, por exemplo) ou construídas pela empresa (como fazem as livrarias com cafés, que induzem os clientes a passar mais tempo no ambiente de consumo, restringindo sua saída de certo modo). Independentemente do tipo, não há dúvida de que a estratégia proativa de mercado promove desempenhos superiores nas organizações. Há relação direta entre as iniciativas voltadas a modelar o mercado e a construção de vantagem competitiva sustentável, mesmo lembrando que o desempenho poderá ser influenciado negativamente em algumas dimensões. Por exemplo, altos investimentos em inovação poderão aumentar o sucesso de novos produtos no mercado e, daí, resultar num crescimento das vendas no médio e longo prazo, mas, em contrapartida, os investimentos necessários para manter essa conduta inovadora poderão afetar de forma negativa a lucratividade em um primeiro momento.

COMO SE TORNAR PROATIVA
Nenhuma empresa precisa "nascer" proativa, contudo; ela pode tornar-se. O grande desafio está no processo de conversão. Em primeiro lugar, é preciso descobrir os antecedentes que facilitam a adoção de práticas mais proativas voltadas ao mercado e usá-los a favor dessa mudança. Em segundo, a empresa deve aprender a implementar a estratégia proativa de mercado.
Antecedentes da proatividade
Esses antecedentes são entendidos aqui como os pré-requisitos indispensáveis para a adoção de posturas proativas em relação ao ambiente de negócios. Nossa pesquisa nos propiciou dividi-los em duas dimensões básicas: alta gerência e sistema organizacional. Há cinco fatores da alçada gerencial tidos como pré-requisitos para uma empresa agir proativamente em relação ao mercado: Liderança proativa. O líder infunde em todos os membros da organização uma imagem de futuro, ao mesmo tempo que os estimula intelectualmente, encorajando-os ao contínuo reexame das práticas de trabalho e à criatividade.
Capacidade de assumir riscos. O encorajamento à experimentação e a tolerância ao risco decorrente devem ser práticas fundamentais para as organizações que pretendem transformar as condições do mercado. A capacidade de assumir riscos (riskiness) requer também uma gestão eficaz dos riscos de mercado, contudo.
Tolerância ao erro. O desenvolvimento da experimentação e o livre curso da criatividade -essenciais numa estratégia voltada à antecipação- englobam maiores possibilidades de fracasso; a gerência tolerante a falhas de percurso é fundamental.
Visão de futuro. Essa visão dos gestores é o que guia a organização proativa, muito mais do que a pesquisa de mercado tradicional. Representa a habilidade gerencial de enxergar oportunidades "onde os outros [concorrentes] não enxergam".
Fomento ao canibalismo. Promover o canibalismo da própria oferta, tornando seus produtos e serviços obsoletos, é visto na maioria das vezes como uma "disfunção" estratégica, mas deve passar a ser visto como estratégia de crescimento. No que diz respeito ao segundo conjunto de antecedentes, o sistema organizacional, suas principais características são quatro:
Cultura flexível. É aquela em que dominam aspectos como criatividade, empreendedorismo, inovação e tomada de risco. Alinha-se com o conceito de adhocracia -a cultura pautada pela competitividade e por um ambiente informal e espontâneo.
Capacidade de inovação. A geração de conceitos e produtos ou serviços inovadores deve ser a tônica em empresas que buscam moldar o mercado em que atuam.
Capacidade de educar o mercado. A geração de aprendizado interativo é essencial. A organização aprende com o mercado, mas o mercado também aprende com a organização.
Equipes competitivas. A competição interna por um mesmo projeto entre grupos física e organizacionalmente separados é tida como fundamental. É o intra-empreendedorismo em ação.
Implementação
Para implementar a proatividade, propomos que você comece por estudar a tipologia aqui descrita, considerando também os antecedentes de proatividade de sua empresa. Em qual dimensão ela poderá ter maior sucesso em futuras tentativas estratégicas para moldar o mercado?
Isso identificado, tudo fica mais fácil. A organização conseguirá concentrar seus esforços em construir modos de atuar proativamente no âmbito que entender mais satisfatório, não desperdiçando energia e recursos em dimensões que, depois poderá descobrir, lhe são inócuas. A proatividade, é importante ressaltar ainda, deve ser complementar e não substituta da reatividade ao mercado. As empresas têm de equilibrar ações reativas e proativas em sua relação com o ambiente externo, gerenciando simultaneamente as necessidades do hoje (reatividade) e as oportunidades do amanhã (proatividade). Como disse um dos executivos entrevistados: "É um olho no peixe e o outro no gato".
NOVA MANEIRA DE JOGAR
Hoje grande parte dos esforços de qualquer empresa reside em tentar ser o melhor player do mercado e, assim, manter-se na frente dos concorrentes no cada vez mais complexo e difícil "jogo competitivo". Evidentemente, isso é muito importante, mas será suficiente nos tempos atuais? Nós acreditamos que não.
A estratégia proativa de mercado nasce exatamente dessa resposta negativa. Entendemos que as empresas devem também "quebrar as regras do jogo" e não somente segui-las com eficácia. Afinal, quem define novas regras é que sai na frente dos demais, obrigando os concorrentes a serem ainda mais reativos.
Fonte: Revista HSM Management nº 68
17/09/2008

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Estratégia de Mercado

O conteúdo da aula de estratégia de mercado esta disponível
aula 07
modelo briefing

abraço a todos.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Novo indicador aponta qualidade de instituições de educação superior

O Índice Geral de Cursos da Instituição -clique aqui para ver - (IGC), indicador de qualidade de instituições de educação superior traz, em sua primeira edição, conceitos de 173 universidades, 131 centros universitários e 1.144 faculdades isoladas e integradas. O IGC sintetiza, para cada instituição, a qualidade de todos os seus cursos de graduação, mestrado e doutorado, distribuídos na totalidade de campi e municípios onde a instituição atua. O resultado final está em valores contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5).

No cálculo do indicador, são utilizados a média dos conceitos preliminares dos cursos da instituição (CPC) – componente relativo à graduação – e o conceito fixado pela Capes para a pós-graduação. A média dos conceitos dos cursos é ponderada pela distribuição dos alunos entre os diferentes níveis de ensino (graduação, mestrado e doutorado).

Para esta primeira divulgação do IGC, foram utilizados os CPCs referentes às edições do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) no período de 2005 a 2007. Esse indicador de cursos considera, além de resultados de avaliação de desempenho de estudantes, infra-estrutura e instalações, recursos didático-pedagógicos e corpo docente.

A nota da Capes é referente à avaliação do triênio de 2004 a 2006.

O IGC de cada IES do Brasil será divulgado anualmente pelo Inep/MEC, sempre em momento imediatamente posterior à divulgação dos resultados do Enade e do CPC.

78,8% das Instituições de Educação Superior do País têm IGC

Do total de 1.837 instituições cadastradas e participantes das avaliações do Inep, 78,8% tiveram IGC calculado pelo Inep. As que ainda não tiveram o seu indicador calculado são, de modo geral, instituições novas, que não possuem concluintes em seus cursos.

Os resultados possibilitam análises comparativas de desempenho por organização acadêmica (universidades, centros universitários e outros), por UF e região geográfica, por categoria administrativas (federais, estaduais, municipais e privadas).

Considerando a organização acadêmica, universidades são as que apresentam maior proporção de instituições com IGC 4 e 5: 30,1% do total. Centros universitários apresentam 9,0% de suas unidades com IGC 4 e 5, enquanto entre faculdades isoladas, integradas e outras, essa proporção é de 5,0%.

No País, instituições públicas são as que reúnem maior percentual de IGC 4 e 5: 35,5%. Entre as instituições privadas, essa proporção é de 4,9%.

Veja aqui a lista completa de todas as instituições de ensino superior brasileiras, com respectivos IGCs.

Utilização do novo indicador

O IGC será utilizado, junto a outros elementos e instrumentos, para orientar a avaliação das comissões de especialistas do Inep em visita às instituições de ensino superior. O objetivo é que o indicador subsidie o avaliador com informações consistentes, contribuindo para nortear as decisões e objetivar as análises que compõem os relatórios de avaliação.

Além disso, a publicação do conjunto de indicadores que compõem o sistema de avaliação da educação superior atende ao disposto na Lei do Sinais (Lei nº10.861, de 14/04/2004). A divulgação do IGC de cada instituição atende ao caráter público de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos avaliativos, garantindo à sociedade o acesso amplo às informações em cada uma de suas fases.

Estatísticas do IGC das Instituições de Ensino Superior (IES)

Tabela 1 – Quantitativo de IES com IGC 2008 calculado – Brasil - 2008


Nº de IES com IGC

Nº de IES sem IGC

Total de IES

Universidades

173

3

176

Centros Universitários

131

3

134

Outros

1.144

383

1.527

TOTAL

1.448

389

1.837

Gráfico 1 – IGC das Universidades – Distribuição nas faixas (1 a 5) – Brasil - 2008

Gráfico 2 – IGC dos Centros Universitários – Distribuição nas faixas (1 a 5) – Brasil - 2008

Gráfico 3 – IGC das Faculdades Integradas, Isoladas e outros – Distribuição nas faixas (1 a 5) – Brasil - 2008

Gráfico 4 – Distribuição dos IGCs de IES por categoria administrativa – Brasil - 2008

Assessoria de Imprensa do Inep

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Arquivos de Empreendedorismo

Galera o Profº Givaldo enviou os arquivos complementares.

Para acessar clicle em Arquivos de Empreendedorismo nos links

Aprenda a montar um plano de negócios

Mais do que o brilho de uma idéia, boa execução é que trará o sucesso

Clique aqui para ser direcionado ao site

ANÁLISE SWOT

Para ajudar os amigos, vai mais um documento afim de esclarecer como deve ser usada a ferramenta STRENGHTS, WEAKNESSES, OPPORTUNITIES E THREATS (SWOT).

* veja ao lado o documento disponível para donwload*

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Aulas 1,2,3,4 e5

As aulas de estratégia de Mercado estão disponiveis no link ao lado em METERIAL DE APOIO.

Guarulhos tem 2.759 vagas de emprego

Nesta semana, o Centro Integrado de Emprego, Trabalho e Renda (CIET) de Guarulhos, localizado na Grande São Paulo, disponibiliza 2.759 vagas de emprego cadastradas em seus postos de atendimento.

Oportunidades

Há chances para diversos cargos, mas os que reúnem maior número de vagas são os de Ajudante de Carga e Descarga de Mercadoria (195), Auxiliar de Linha de Produção (163), Motorista de Caminhão (89), Motorista de Ônibus Urbano (68), Motorista Carreteiro (64), Conferente de Mercadoria (55), Vendedor Pracista (52), Auxiliar de Armazenamento (50) e Costureira (50).
Quanto aos requisitos exigidos, como a escolaridade e a experiência, estes variam de acordo com a função desejada. A faixa salarial oscila de R$ 24 por hora (Ajudante de Motorista) a R$ 6 mil (Mecânico de Manutenção de Guindaste).
Portadores de Deficiência
Entre as vagas abertas, 156 são destinadas a portadores de deficiência. Confira: Ajudante de Cozinha, Atendente de Balcão, Auxiliar de Administração, Auxiliar de Almoxarifado, Auxiliar de Depósito, Auxiliar de Escritório, Auxiliar de Limpeza, Auxiliar de Linha de Produção, Auxiliar de Pessoal, Auxiliar de Mecânico de Autos, Auxiliar de Serviços no Aeroporto, Cartazeiro, Ferramenteiro, Inspetor de Qualidade, Operador de Caixa, Operador de Injetora de Plástico, Operador de Supermercados, Operador de Telemarketing, Operador de Turismo Receptivo, Porteiro, Recepcionista e Repositor.
Os requisitos necessários para preencher as vagas variam conforme o cargo. A média salarial vai de R$ 450 (Auxiliar de Limpeza) a R$ 1.063 (Auxiliar de Administração).
Serviço
Os interessados em candidatar-se aos cargos devem comparecer, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, munidos de carteira profissional, cédula de identidade, CIC e comprovante de endereço para fazer o cadastro gratuito, em um dos quatro postos do CIET de Guarulhos:

• Posto Centro – rua dos Metalúrgicos, 66;
• Posto Cumbica – rua Capitão Aviador Walter Ribeiro, 359;
• Posto Vila Augusta – rua Antônio Iervolino, 225;
• Posto Pimentas – avenida Juscelino Kubitscheck, 2760.
A relação completa das vagas disponíveis no Centro Integrado de Emprego, Trabalho e Renda, que é atualizada diariamente, pode ser consultada no site www.guarulhos.sp.gov.br.
Patricia Magalhães
Fonte: JCempregos

Multinacional italiana busca 300 Operadores

A Almaviva, multinacional italiana especializada em Call Center, que no Brasil tem sede em Minas Gerais, está selecionando 300 Operadores de Call Center para sua filial paulistana. As oportunidades são direcionadas a candidatos com idades entre 18 e 45 anos, que possuam o ensino médio completo (antigo 2º grau), além de experiência em vendas de, no mínimo, seis meses. Dentre as características que compõem o perfil dos candidatos espera-se postura, boa fluência verbal, comprometimento, garra e determinação.

Seleção

Após uma triagem inicial dos currículos, os candidatos pré-selecionados passarão por dinâmicas de grupo, redação e entrevista individual. Aos contratados a empresa oferecerá, além de salário composto por um valor fixo de R$ 450 mensais, comissão em todas as operações e benefícios como assistência médica, vale-refeição e vale-transporte.

Serviço

Os interessados devem enviar currículo para o e-mail carolina@v2consulting.com.br.

Cristiane Navarro Vaz/SP
Fonte: JCempregos

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Um Bom Conselho

Vida de um bilionário...

Houve uma entrevista de uma hora, na CNBC, com Warren Buffet, um dos homens mais ricos do mundo, que recentemente fez uma doação de 31 bilhões de dólares para a caridade.
A seguir, alguns aspectos interessantes de sua vida.


1. Comprou a sua primeira ação aos 11 anos, e hoje lamenta tê-lo feito tardiamente! As coisas eram baratas naquele tempo...
Incentive seus filhos a investirem.

2. Comprou uma pequena fazenda aos 14 anos, com as economias oriundas da entrega de jornais. Pode-se comprar muitas coisas com pequenas economias.
Incentive seus filhos a iniciarem algum tipo de negócio.

3. Ainda vive na mesma casa modesta, de 3 quartos , no distrito de Omaha, a qual comprou após se casar, 50 anos atrás. Diz ele que tem tudo o que precisa naquela casa. Sua casa não possui muros nem cercas.
Não compre mais do que você 'realmente precisa', e incentive seus filhos a fazerem e pensarem o mesmo.

4. Dirige seu próprio carro para todo lugar, e não tem motorista particular, nem equipe de segurança à sua volta.
Você é o que é...

5. Nunca viaja em jato particular, embora seja proprietário da maior companhia aérea privada do mundo.
Pense sempre num jeito de realizar as coisas de maneira econômica.

6. Sua empresa, Berkshire Hathaway, possui 63 companhias. Escreve apenas uma carta anual aos principais executivos destas companhias, dando-lhe as metas para o ano. Nunca promove encontros nem os convoca habitualmente.
Nomeie as pessoas certas para as missões certas.

7. Transmitiu aos seus executivos somente duas regras:
Regra nº 1: não perca nenhum centavo do dinheiro de seu acionista.
Regra nº 2: não se esqueça da regra nº 1.
Estabeleça metas e certifique-se de que as pessoas nelas se concentrem.

8. Não costuma freqüentar a alta-sociedade. Seu passatempo, após chegar em casa, é fazer ele mesmo um pouco de pipoca e assistir a televisão.
Não tente se mostrar, simplesmente seja você mesmo e faça aquilo que gosta de fazer.

9. Warren Buffet não usa telefone celular, nem tem computador sobre sua mesa.

10. Bill Gates, o homem mais rico do mundo, encontrou-se com ele, da primeira vez, cinco anos atrás. Bill Gates achava que nada tinha em comum com Warren Buffet. Portanto, programara seu encontro apenas por meia hora. No entanto, quando Gates o encontrou, este encontro perdurou por dez horas, e hoje em dia, Bill Gates o considera o seu guru.


Seus conselhos aos jovens:

'Fique longe de cartões de crédito e empréstimos bancários, invista o seu dinheiro em você mesmo, e lembre-se:

A. O dinheiro não cria o homem, mas é o homem quem criou o dinheiro.

B. Viva a sua vida da maneira mais simples possível.

C. Não faça o que os outros dizem - ouça-os, mas faça aquilo que você se sente bem ao fazer.

D. Não se apegue às grifes famosas; use apenas aquelas coisas em que você se sinta confortável.

E. Não desperdice o seu dinheiro em coisas desnecessárias; ao invés disto, gaste nas coisas que realmente precisa.

F. Afinal de contas, a vida é sua ! Então, por que permitir que os outros estabeleçam leis em sua vida ?'


'As pessoas MAIS FELIZES NÃO TEM, necessariamente, as 'MELHORES' COISAS. Elas simplesmente APRECIAM aquilo que tem

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

TREINO PARA O SUCESSO

Amplamente difundido nos Estados Unidos, o coaching ganha corpo entre os executivos brasileiros que passaram a desenvolver a carreira com novos olhos, reorientando caminhos e enxergando novas possibilidades com base em riscos calculados

TEXTO ANDRÉ LIMA


SE VOCÊ AINDA NÃO PAROU PARA PENSAR a quantas anda a sua vida profissional nem se decidiu a fazer algo mais efetivo em favor dela, é bom começar a refletir seriamente sobre o assunto. Executivo que preza a carreira hoje em dia não dispensa um bom aconselhamento - seja para rever e otimizar a performance no trabalho, melhorar o relacionamento interpessoal ou alçar novos vôos.

Nesse processo, a idéia é sair de uma determinada situação (o que se é) para uma posição mais interessante (o que se quer ser ou o que a empresa projeta para você). Esse processo de deslocamento na profissão é conhecido como coaching e está em alta no mundo corporativo, sobretudo no Brasil.

Em tempos de globalização e concorrência acirrada, o coaching assumiu diversos formatos voltados para a reorientação profissional. Há o coaching executivo, de negócios ou empresarial, de transição de carreira, de equipe, apreciação, pessoal e, por último, dirigido a jovens (veja boxe na próxima página). Em comum, apenas o fato de ser uma tendência que cresce no Brasil, mas que precisa ser diferenciada de outras atividades - como consultoria de recolocação, headhunter e mentoring.

O QUE É ISSO?
Segundo Rosa Krausz, presidente da Associação Brasileira de Coaching Executivo e Empresarial (Abracem), o coach é o profissional que estimula alguém (no caso, o coachee ou cliente) a encontrar alternativas que o levem aos resultados que deseja alcançar. "Seu papel é ser parceiro na busca da expansão da consciência, tanto profissional como pessoal", fala. Trocando em miúdos, ele estabelece uma parceria.

Há dez anos, um executivo que contratava um coach era visto com maus olhos. Hoje, se não admite esse profissional nem sempre consegue dar o upgrade de que necessita na carreira", observa o coach João Luiz Mendonça Cortez.

Cortez explica que o trabalho consiste em estimular o potencial do cliente para que ele atinja os objetivos previamente traçados. Exatamente como ocorre com uma atividade esportiva, em que temos as figuras do técnico e do atleta. Além do mercado, o profissional muitas vezes têm que vencer adversários internos, ou seja, seus próprios fantasmas.

É justamente aí que o coach pode ser valioso. "O processo de coaching ilumina pontos cegos que normalmente a pessoa não percebe. É como uma lanterna num quarto escuro", compara. Tudo porque o trabalho consiste, em grande parte, em fazer perguntas ao cliente. Ao contrário da consultoria, cuja função é dar respostas, o coaching não aponta caminhos, mas estimula o executivo a descobrir suas próprias saídas.

"O consultor não aponta caminhos, mas estimula o executivo a descobrir suas próprias saídas. Ele é como uma luz no fim do túnel"

Por exemplo: a quem não se imagina gerenciando uma nova área na empresa, o coach pode perguntar: "você já viveu alguma situação semelhante?". É com base em questionamentos como esse, associados a exercícios práticos no dia-a-dia do trabalho, que o profissional reflete sobre sua carreira e consegue enxergar luz no fim do túnel.

"O coaching pode ajudar o profissional a encontrar novos caminhos na empresa, em outra companhia ou até como empreendedor"

ESCOLHA O SEU COACH
Não há regras para saber se um coach é realmente bom. Para facilitar a vida, os especialistas sugerem que se lance mão do networking, pois boas indicações geralmente não falham. Outra opção é consultar a lista de profissionais no site da Abracem (www.abracem. org.br). Aqui, você aprende a diferenciar os principais tipos para então escolher o mais adequado às suas necessidades.

COACHING EXECUTIVO
- é para quem tem experiência profissional e está se preparando para novos desafios. Também é o mais procurado pelos gestores de RH, que precisam acompanhar o desenvolvimento de profissionais que já passaram por um processo de coaching. Pode ser contratado por iniciativa do executivo ou pela empresa para desenvolver habilidades gerenciais na equipe.

DE NEGÓCIOS OU EMPRESARIAL
- orienta empreendedores, empresários e gestores para encontrar soluções que melhorem a gestão dos negócios. É recomendado para os que desejam iniciar seu próprio negócio ou fazer investimentos.

DE TRANSIÇÃO DE CARREIRA
- trabalha aspectos relacionados à carreira, como mudança de profissão, de empresa, de cargo ou de área. É procurado por profissionais que estejam buscando novos desafios dentro ou fora da sua organização.

NÃO CONFUNDA Existem outras atividades que, embora diferentes, por vezes são confundidas no mercado com coaching. Saiba diferenciá-las:

HEADHUNTER
- é o caçador de talentos, profissional contratado pelas companhias para descobrir executivos no mercado para posições em aberto.


CONSULTORIA DE RECOLOCAÇÃO
- tem a função de recolocar o profissional no mercado.


MENTORING
- é realizado dentro da empresa por profissionais mais maduros, que orientam colaboradores mais jovens ou recémadmitidos na corporação. Em geral, o mentoring é uma espécie de guru - um mentor ou mestre que tem uma visão interna bem ampla da empresa.


RELAÇÃO CONFIÁVEL
Nessa relação, a confidencialidade é requisito indispensável. Muitas vezes, o consultor terá que fazer o desagradável papel de inquisidor. "Deve conversar com o coachee para entender a meta que ele almeja e aí fazê-lo perceber novas possibilidades até então desconsideradas", diz Cortez.

"Numa sessão de coaching você não discute o déficit de uma pessoa, mas conversa sobre os momentos de sucesso dela para aplicar os pontos fortes na fase atual", confirma Renato Ricci, coach executivo e de transição de carreira.

Esse foi o caso de uma executiva, excliente de Ricci, que mudou de área, assumindo um desafio inesperado. Depois de trabalhar mais de 20 anos na Varig, ela desejava assumir uma nova função em outra companhia aérea. O coaching, entretanto, acenou com a possibilidade de seguir vôo solo. Bastaram quatro semanas de imersão para ela decidir abrir uma empresa de atendimento a outras companhias aéreas, focada no treinamento de comandantes na área de gestão de pessoas.

Com Dezeé Mineiro, presidente para a América Latina da DQS - Associação Alemã para Certificação de Sistema de Gestão -, o processo foi um pouco diferente. E ela otimizou sua performance como líder. "Precisava aprender a lidar melhor com alguns colaboradores e dar o feedback para ajudar a transformar essas pessoas", diz a executiva, que tem sob o seu comando 80 funcionários e desejava incrementar o relacionamento interpessoal com dois deles.

"Para minha surpresa, o resultado foi muito positivo. Melhorei muito em outros pontos, além do feedback. Aprendi a ouvir as pessoas e a trabalhar mais com o planejamento. Hoje, vejo o desafio como um meio de desenvolver o meu trabalho."

Dezée se identificou tanto com o processo que deu continuidade às sessões semanais, iniciadas em 2006. Hoje, já se vê como uma espécie de multiplicadora na empresa.

COMO SE TORNAR UM...
De acordo com os especialistas da área, em geral trabalham como coach profissionais que ocupam posições gerenciais na área de Recursos Humanos ou que já estiveram à frente da diretoria de multinacionais, mas agora seguem carreira solo. Segundo o International Coaching Community (ICC), o número de coaches no mundo já beira os 12 mil. Para se formar em coaching é necessário fazer um curso, devidamente regulamentado por associações específicas como a International Coaching Federation e a Worldwide Association of Business Coaches (WABC). Na WABC, a formação tem120 horas e duração média de nove meses. No processo de avaliação, também contam pontos a experiência profissional e a formação acadêmica do candidato. Tanto que nos encontros de formação de coaching é comum os aprendizes contribuírem com conteúdos trazidos de suas experiências profissionais, enriquecendo o debate e ajudando a melhorar a capacidade de reflexão. "Ser um coach exige responsabilidade, ética, equilíbrio interno e respeito ao cliente", observa Krausz. "Existem ofertas de cursos com 20 horas, ministrados por qualquer pessoa. Esses cursos prometem que as pessoas sairão de lá como um coach, mas não estarão suficientemente preparadas", alerta a especialista. Os pré-requisitos para ter credibilidade como coach são um excelente currículo e fazer parte da Abracem e da WABC. Para se credenciar, é necessário comprovar os últimos cinco anos de atividade profissional e pós-graduação nas áreas de gestão e RH.

NOVOS DESAFIOS
Quem também mudou de vida a partir do coaching foi Rogério Goulart, ex-CEO da área de Tecnologia e atualmente gerente de Projetos de uma das maiores operadoras de plano de saúde do país. Tudo começou quando a empresa decidiu fazer uma pesquisa de clima organizacional e a avaliação de Goulart não foi das mais positivas.

"Por ser perfeccionista, cobrava resultados das pessoas, deixando o aspecto humano de lado", reconhece. Na época, o diagnóstico minou sua auto-confiança. Da área de Tecnologia, onde comandava 40 colaboradores, migrou para outro setor. "A sensação que tive foi a de que meu castelo havia ruído. Estava sozinho numa nova área e, no plano pessoal, em

processo de separação da minha esposa." Há 14 anos na empresa, o gerente não esperava passar por uma mudança tão brusca. "Naquele momento, fiquei cheio de dúvidas". A alta direção da empresa ofereceu a ele a oportunidade do coaching, " pois acreditava que seu potencial como gestor poderia ser melhor aproveitado. Num primeiro momento, ele viu a sugestão com ceticismo.

"A sensação era de que eu não precisava mudar nada. Tinha uma equipe com 40 pessoas e achava que tudo estava muito bem". Superada a resistência inicial e após a primeira conversa com o coach, Goulart passou a enxergar a experiência como uma possibilidade de corrigir seu comportamento. Ao todo foram oito sessões, realizadas a cada quinze dias, com conversas e situações práticas simuladas no dia-a-dia do próprio trabalho.

"Existe um pacto de confiança, como se fosse uma relação entre médico e paciente", compara. Com essa relação, ele aprendeu a manter o autocontrole em situações adversas. O coaching também aguçou sua autocrítica e elevou a qualidade do relacionamento com os colaboradores.

Atualmente, Goulart se considera um vencedor. Está conduzindo uma nova equipe, formada por dez pessoas. "Era um profissional arrogante, prepotente. Hoje, o meu processo de gestão é participativo. Para tomar uma decisão, ouço mais as pessoas."

VALE QUANTO PESA?
A duração do processo de coaching varia muito. Existem casos em que pode chegar a um ano. Mas o comum é de duas a 12 sessões com até 2 horas cada uma. O tempo médio mundial de atendimento pode chegar a três meses, com encontros presenciais ou por telefone. No Brasil, a maior parte das sessões é realizada pessoalmente. Quem se propuser a contratar o serviço, vai ter que colocar a mão no bolso. Os valores são salgados e oscilam com a demanda e o posto do executivo. Em São Paulo, cidade na qual se concentra a maior parte desses "conselheiros", o preço médio vai de R$ 150 a R$ 700 a hora.

Fonte: Revista Vida Executiva


DESAFIOS GLOBAIS

Relatório do BCG revela os principais desafios das empresas

Estudo realizada pelo The Boston Consulting Group (BCG) com 178 executivos brasileiros, em parceria com a ABRH, revelou que a gestão dos talentos ainda é o maior desafio do RH. O relatório, apresentado aos congressistas do Conarh durante a palestra Vantagem através de pessoas: desafios de RH até 2015, foi realizado também com executivos de RH e de outras áreas em mais 82 países e visou traçar e identificar os desafios e as prioridades da gestão de pessoas até 2015.

"Os três maiores desafios globais são os mesmos, tanto para os executivos de RH como para os de outras áreas: atrair, gerenciar e reter talentos internamente; equilibrar a vida pessoal com a vida profissional e desenvolver e aperfeiçoar as lideranças", explica Christian Orgimeister, executivo do BCG que apresentou a palestra. Para Christian, outro ponto que chamou atenção no relatório é que mais de dois terços dos executivos brasileiros vislumbam que suas companhias vão recompensar as boas performances em 2015, ou seja, a remuneração variável tende a ser uma prática comum, sobretudo, para as posições não-gerenciais", explica.

No Brasil, além dos 178 executivos, entre presidentes, diretores e gerentes executivos que responderam à pesquisa, o BCG realizou 10 entrevistas pessoais. Os tópicos mais importantes do relatório final, realizado em conjunto com a World Federation of Personnel Management Associations (WFPMA) em 83 países e com 4.741 respostas, estão classificados em quatro vertentes: Crescimento e Competição Global, Modificações Ambientais, Desempenho da Empresa e Adaptação e Melhoria no RH.

Fonte: Revista Melhor

PARA TER SUCESSO

Sociedade do Conhecimento precisa combinar flexibilidade empresarial com segurança do capital humano

Com índices de satisfação e bem-estar altos, países europeus como Dinamarca, Finlândia e Irlanda obedecem a um modelo de desenvolvimento que se baseia em três princípios: competição, solidariedade e diálogo social. E esse diálogo social significa uma tomada de decisões conjunta entre empregadores e sindicatos.

Para Timo Kauppinen, diretor da Fundação Européia para a Melhoria das Condições de Vida e Trabalho, que apresentou ao lado do professor da USP, José Pastore, a palestra O novo mundo das relações de trabalho, a economia mundial está toda voltada para o conhecimento. Por isso, ter uma rede de relacionamentos diversa e possuir capacidade de trabalhar em equipe e boa educação, são imprescindíveis para obter sucesso no futuro.

No contraponto da experiência européia, onde os sindicatos e o número de sindicalizados estão em queda livre, na França, por exemplo, apenas 8% dos empregados são sindicalizados. Segundo o professor da USP, José Pastore, a realidade brasileira é muito diferente. "Por aqui, principalmente nos últimos cinco anos, não só o número de sindicatos cresceu, como a contribuição a eles é compulsória, ou seja, obrigatória", completa.

Para Kauppinen, a Sociedade do Conhecimento exige uma combinação entre a flexibilidade das empresas e segurança do capital humano. Ele define isso como flexisegurança, o que na Europa, onde 15 países garantem essa política, significa alto nível de benefício durante o desemprego, políticas ativas de mercado como investimentos em treinamentos, e a não exclusão do Sistema Social. Há países como a Dinamarca, que pagam 90% do salário no desemprego.

Em contraponto, Pastore questionou se a flexisegurança não seria viável apenas para os países ricos, o que não é o caso do Brasil, e recomendou que por aqui, os executivos retirem da gaveta seus velhos livros de relações trabalhistas, já que nossas leis pouco se modernizaram.

Fonte: Revista Melhor

Cultura

O ídolo não é de verdade

Arrojado. É esse o melhor adjetivo para descrever Kosaku Shima. Executivo japonês no comando do Hatsushiba Goyo, um dos maiores conglomerados do Japão, ele corre riscos para levar à frente seu negócio, assume a culpa por erros cometidos ao longo do caminho, é centrado em meritocracia e — diferentemente da imagem que temos dos orientais — estimula mudanças. Tais características explicam por que Shima é um dos homens de negócio mais admirados entre os profissionais japoneses, que acompanham com lupa, há mais de 20 anos, sua ascensão no grupo — de simples funcionário a presidente. O curioso, porém, é que Shima não é um homem de verdade, mas o protagonista de um mangá, tradicional história em quadrinhos japonesa. E sua saga faz tanto sucesso porque ele representa tudo o que os executivos do país não são, mas gostariam de ser (mais ou menos como o brasileiro Carlos Ghosn, que ao presidir a montadora Nissan também se tornou protagonista de uma história em quadrinhos japonesa). Para especialistas, porém, a popularidade do gibi é um sinal claro de que eles gostariam de mudar — só não têm coragem.

Fonte: Revista Exame


Procuram-se executivos

Empresas de terceirização de serviços contratam gestores com perfil analítico para suprir aumento da demanda

Por Érica Polo

A terceirização de serviços de TI ainda está no topo do mercado de BPO

No começo, a sigla BPO era um jargão da área de TI. Hoje, ela faz parte do vocabulário de executivos de diversas áreas. BPO, ou Business Process Outsourcing, é o processo pelo qual a empresa terceiriza uma atividade para focar em operações que são fundamentais para o negócio.

A opção de muitas companhias por essa terceirização vem criando um mercado para outras que se dedicam à logística, tecnologia da informação, recursos humanos e contabilidade.

No Brasil, esse mercado deve movimentar 8 bilhões de reais até o fim do ano. Aqui, a terceirização cresce acima da média mundial e a expectativa dos analistas é que esse segmento fature 27% a mais do que no ano passado. No resto do mundo, as instituições que oferecem serviços de terceirização devem registrar faturamento 12% acima do obtido em 2007.

Com o crescimento do setor veio a necessidade de profissionalização e investimento na gestão. A demanda por diretores e gerentes para trabalhar em empresas de terceirização cresceu 30%. As oportunidades são para profissionais com experiência em implantação dos projetos ou na área comercial. “É preciso ter ótima visão de processos e conhecimento de metodologias e práticas de otimização de custos”, diz Ricardo Basaglia, gerente da divisão de tecnologia da Michael Page, consultoria de busca de executivos, com escritório em São Paulo.

A TCI, empresa que faz terceirização de processos de tecnologia, com sede em São Paulo, pretende aumentar em 50% o quadro de funcionários ainda este ano e precisa de pelo menos 20 gestores para atuar em seus clientes, sendo quatro diretores de negócios e 16 gerentes. Para esses cargos, a remuneração fixa varia entre 5 000 reais e 15 000 reais mensais.

Leovigildo Coelho, de 30 anos, diretor de projetos e inovação da TCI, investe em educação para crescer na carreira. “Não há formação específica, por isso é importante procurar cursos complementares”, diz. Em março, ele obteve o certificado internacional para profissionais que prestam serviço de terceirização pela IAOP, entidade americana que regulamenta o setor.

TI É CARRO-CHEFE
O carro-chefe da terceirização ainda é a área de TI. “Tecnologia tem custo elevado e precisa de atualização”, diz Simone Scur, diretora de recursos humanos da Arias, de São Paulo. Segundo ela, 80% das empresas que procuram a Arias chegam com a necessidade de contratar serviços desse tipo. A empresa está buscando 23 pessoas neste ano para cargos de gestão.

Em qualquer área, perfil comportamental é determinante para a contratação. Flexibilidade para tratar com mais de um tipo de ambiente corporativo ao mesmo tempo e tolerância para lidar com equipes multidisciplinares são fundamentais. “O perfil é muito mais consultivo. As empresas de BPO fazem uma análise crítica dos processos internos para propor um modelo de negócio aos seus clientes”, diz Fábio Fischer, CEO da TCI.

Fonte: Revista Exame

Audiolivro Referenciais Educacionais do Sebrae